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5 de nov. de 2016
29 de out. de 2016
16 de jun. de 2016
(eco)ar
Não elevar a voz, ainda que para satisfazer o apetite insaciável do ego cada vez mais gordo. Permanecer monocórdio, a despeito de toda e qualquer alegria festejável. Não há felicidade que resista à vigilância invejosa, carente de desilusão e desespero.
O prazer, feito de pele e delicadeza, é um sussurrar vagamente luminoso, imerso nas delícias da solidão.
12 de jun. de 2016
15 de ago. de 2013
13 de ago. de 2013
"Se podes ver, repara."
a habilidade e o sonho
de trazer o pão
Rio de Contas - Chapada Diamantina - Bahia
Fotografia de Cléria Vanusa
8 de ago. de 2013
7 de ago. de 2013
"Se podes olhar, vê."
Resmas de colorir
o prato de quem leva;
resmas para tornar farta
a mesa de quem ficou.
Feira livre, em Rio de Contas - Chapada Diamantina - Bahia
Fotografia de Cléria Vanusa
29 de jul. de 2013
"Se podes olhar, vê."
apesar de todos os pesares.
Feira livre, em Rio de Contas - Chapada Diamantina - Bahia
Fotografia de Cléria Vanusa
27 de abr. de 2012
Sublinhamento
... E aquele
Que não morou nunca em seus próprios abismos
Nem andou em promiscuidade com os seus fantasmas
Não foi marcado. Não será marcado. Nunca será exposto
Às fraquezas, ao desalento, ao amor, ao poema.
Excerto de ZONA HERMÉTICA, Manoel de Barros.
31 de jan. de 2012
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